quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Enfim um sistema operacional que substituirá o XP?

Resolvi experimentar o Windows 7 recém chegado às prateleiras do mercado nacional. Sim! Comprei na prateleira de uma loja mesmo, nada de "download". Ainda se compram programas com este modo "antiquado" de se comprar.
Vamos direto ao que interessa. Estou gostando, gostando muito. "Amando" seria um exagero. Na verdade acho que a Microsoft fez uma grande jogada de marketing quando lançou o Vista em "substituição" ao XP. De tantas dificuldades encontradas com o Vista, qualquer outro sistema operacional que o seguisse seria muito bem vindo, e veio.
Estou apenas começando, mas já dar para perceber que os travamentos são infinitamente menos frequentes. A instalação também foi muito tranquila, com quase todos os drivers sendo aproveitados, exceto pelo "fingerprint". Até o momento ainda não consegui colocar meu dedinho para iniciar o sistema. Procuro um driver compatível, se alguém achar...
As facilidades operacionais do sistema são muito interessantes; o trabalho com janelas tornou-se sensivelmente melhor, assim como os novos atalhos de teclado que permitem uma rápida mobilidade entre elas. A tecla windows após a tecla de funções estava precisando ser remodelada.
Minha experiência com o Ubunto ensejou a preferência pela barra de tarefas no alto da tela, o que já tinha adaptado no Vista, mas com o "seven", ficou uma delícia utilizar os ícones fixos de programas, além das mini-visualizações das janelas abertas.
O Aero Peek, um pequeno retângulo localizado à direita na barra de tarefas, é um recurso muito interessante. Se passamos o mouse sobre ele, podemos rapidamente visualizar a área de trabalho. Chega de minimizações e maximizações trabalhosas.

Bem, por enquanto é o que tenho a lhes dizer sobre esse novo lançamento da Microsoft. Posso dizer que, para quem já estava pensando em debandar para o Mac ou para Mandriva, ou tentar novamente o Ubunto em sua nova versão 9.1, foi um grande alento, essas alternativas ainda vão permanecer apenas como alternativas...
Até,

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